sábado, 20 de junho de 2020

Análise de local do Crime: Quedas acidentais, criminosas e voluntárias


Hoje vamos nesta matéria vamos entender a análise de crime em locais de queda. O que deve ser observado para diferenciarmos se a queda foi um acidente, se a pessoa foi empurrada ou ela mesma se jogou voluntáriamente? Vamos ver cada um dos casos para entendermos as suas particularidades.




Precipitações


Quando se analisa um local de morte por queda precisamos descobrir se a queda ou precipitação foi voluntária, acidental ou criminosa. Isso como veremos logo abaixo é possível se fobservarmos e fizermos uma projeção ente o ponto de lançamento do corpo (ponto inicial) e o ponto de impacto (ponto de repouso).


1. Queda Acidental




Na que acidental o corpo sofrerá precipitação em sentido quase que perpendicular em relação ao ponto final de repouso, ficando ambos os pontos (inicial e de repouso) pouco distanciados.




2. Queda: Homicídio


Na queda criminosa ao contrário da queda acidental o corpo sofrerá terá impulso inicial o projetando mais a frete em uma trajetória oblíqua.




3. Queda voluntária



Tanto nas quedas voluntárias ou criminosas haverá o impulso inicial, porém na maioria dos casos se diferenciará sendo o voluntário mais acentuado que o criminoso, já que tem o impulso livre da própria vítima a projeta mais a frente do ponto inicial em sentido oblíquo.


Uma mãe e a filha caem para escapar de um incêndio, 1975.

 
Observação: As três situações acima aparentemente facilmente identificáveis podem se alterar se o corpo encontrar algum objeto durante a queda entre o ponto inicial e o ponto de impacto mudando a trajetória do corpo. Imagine que uma pessoa durante a queda bata em uma árvore ou poste o seu corpo pode ser projetado para frente ou para trás no chão em relação ao ponto da queda alterando toda a perpectiva real do que de fato deva ter acontecido.



Dúvidas? Sugestões? Deixem nos comentários. E nos ajude a lutar por uma internet livre onde possamos aprender e compartilhar conhecimento, sem restrição. 

Prof. Marcos Antônio Ribeiro dos Santos



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...